Sem olhar para trás

Por Paulo Coelho
Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, colocamos nossas qualidades; na sacola de trás, guardamos todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
As Três Peneiras de Sócrates
Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
— Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!
— Espera — disse o sábio. Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
— Três peneiras? Que queres dizer?
— Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?
— Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
— A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?
Envergonhado, o homem respondeu:
— Devo confessar que não.
— A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?
— Útil? Na verdade, não.
— Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.
Perco a religião, mas não perco a piada
Michael Jackson acaba de morrer e chegando no céu.
São Pedro: Seja bem vindo meu filho, aqui você tem direito a um pedido.
Michael Jackson: Posso conhecer o Menino Jesus?
A Ponderação e a Falta Imponderável da Reflexão
Por Haddammann Veron Sinn-Klyss
A certeza da Ciência (a)
A certeza da Fé (b)
A certeza da Religião (c)
Alguém olha um cenário … vasto, arenoso, um sol rachando … E nele, inerte, como que meio socado entre a areia tórrida uma forma cúbica …
A Ciência diz: “Não é um peixe”
A Fé diz: “Não é um peixe vivo” (porque como intuição pode duvidar, inferir sem se ater a restrições)
A religião diz: “É um peixe e está nadando”
Esse “tremendo” poder que “capacita” os religiosos a fazer qualquer coisa, nos faz não comportar como colocá-los próximos a berçários, infantes, e a idosos, porque estes são frágeis demais para suportar e ficarem sozinhos ante tão tamanha grandeza que esses fiéis “crentes” têm, e no que ditam seus dirigentes, ministros, e mandantes.
Vamos considerar definitivamente:
Se você é um ser humano com um pingo de pensamento próprio, reflita (se ainda consegue, no meio de tudo em que estamos):
Considere que a figura que descendemos de um homem e uma mulher é de fato isso; somos mesmo filhos de homem e mulher. Ponto.
Considere que imaginariamente nos sentimos atirados para as estrelas; e de fato é isso, porque dos mesmos nutrientes estelares somos feitos. Ponto.
Considere que vimos a Terra, ao olharmos em redor, que estávamos num lugar maravilhoso de viver. De fato em algum momento sentimos isso.
Considere que pressentimos que nos acompanhava como que muita sorte entre tantas formas de vida que víamos. De fato nos confortávamos, e nos confortamos mesmo com isso.
Nós e a Terra, e a Terra e nós; e expandido e estirando-se um Universo esplêndido configurado com muitas estrelas.
Só podíamos mesmo pensar. Gostamos muito de nós mesmos. E nessa nossa admiração por tudo, a vaidade nos adornou singelamente.
E pensamos sinceramente: “Somos filhos dessa maravilha toda”; “E nesse pequeno ponto, tão lindo que estamos, sentimos como uma casa muito especial pra nós, que representa toda a nossa sorte; pois nela vivemos, dela gostamos, nela nos preservamos, e gozamos nossos sonhos”.
Muito bem, de certa feita, consideremos o quanto queríamos pular, correr, usufruir, trocar o que produzíamos.
Daí, em algum instante, um desvirtuamento de nossa psiquê inventou a mais sórdida imaginação: de que devíamos sem mais nem por que, entregar a uns “favorecidos”o imposto de: para termos de olhar com gosto para o Infinito, termos que nos carimbarmos como dependentes de uns “intermediários”, para expressarmos nosso sentimento; e teríamos que nos selarmos, fincando nossos pés e vidas, em arremedos ínfimos que imitam a grandiosidade da nossa Terra; e aceitarmos que outros como nós deviam se regalar às nossas custas, só para terem que nos dar “acesso”para extasiarmo-nos com o Infinito, como se não pudéssemos vislumbrar o Horizonte esfuziante de nossos sonhos, em nosso viver.
Isto é muito sério, e muito triste. Porque teremos que nos livrar disso. Para sobrevivermos como civilização precisaremos nos cuidar do prejuízo que nos trouxe isto. Porque hoje nossa mais infeliz invencionice está disposta a tudo para não deixar de cuspir quando quer na nossa cara, e pisar-nos como quer embaixo de seus pés, como se fôssemos trastes sujos que só servimos para lhes dar fartos e sobejados tantos de nosso esforçado viver.
Você é Branco?
Ives Gandra da Silva Martins*
Hoje, tenho eu a impressão de que o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.
Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também - passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.
Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula, Marta Suplicy e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria!
Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este ‘privilégio’, porque cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.
*Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo
O pacote de biscoito
Certo dia, uma moça estava a espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e em paz. Ao lado dela se sentou um homem.
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela ficou indignada, mas não disse nada. Ela pensou “Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho que ele nunca ia esquecer”.
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: “O que será que o abusado vai fazer agora?” Então, o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.
Aquilo a deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela o seu pacote de biscoito estava ainda intacto, dentro de sua bolsa. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir incomodado, ao contrário dela, que se sentiu muito transtornada.
A individualidade excessiva e a falta de comunicação roubaram desta moça o privilégio de vivenciar um momento de “boa vontade entre os homens”. A final não para isto que viemos para este mundo? Para demonstrar a “boa vontade com os homens”? Procure hoje um bom motivo para dividir algo que é “seu” com “alguém” e sinta a alegria de fazer o bem!
Porque o comunismo não dá certo
É muito comum ouvirmos que o comunismo é um sistema justo porque todos são iguais e ninguém tem mais do que o outro, e que o comunismo acaba com as diferenças sociais.
Transcrevo a seguir uma história que ouvi certa vez de uma experiência socialista realizada em uma universidade.
Um renomado professor de economia da Universidade Texas Tech contou que nunca havia reprovado nenhum de seus alunos, mas que em uma ocasião reprovou uma classe inteira.
Conta que os alunos desta classe insistiam que o socialismo funcionava bem e que neste regime não existiam nem pobres nem ricos, mas uma total igualdade entre todos.
O professor então propôs a seus alunos a realização de uma experiência sobre o comunismo em sala de aula.
As notas dos alunos a partir daquela data seriam a média das notas de todos distribuídas por igual. Todos os alunos receberiam a mesma nota.
Depois da primeira prova, as notas foram somadas e achou-se a média aritmética de forma que todos os alunos tiveram como nota um B.
Os alunos que se prepararam bem para a prova ficaram decepcionados, e os alunos que não estudaram tanto ficaram satisfeitos.
No entanto quando prestaram a segunda prova, os alunos que estudaram pouco, estudaram menos ainda e os que haviam estudado muito para a primeira prova decidiram se esforçar um pouco menos, já que certamente não iriam conseguir tirar a nota máxima, A, e estudaram menos.
A média das notas da segunda prova foi D para todos os alunos.
Ninguém ficou contente.
Quando ocorreu a terceira prova, toda a classe ficou com um F, sendo todos perderam média.
As notas nunca melhoraram.
Os estudantes começaram a discutir entre si culpando-se uns aos outro pelas notas baixas que estavam recebendo, chegando a insultos e ressentimentos mútuos, já que nenhum deles estava disposto a estudar mais para beneficiar o outro que não se esforçava.
Para surpresa geral todos foram reprovados e perderam o ano.
O professor então lhes perguntou se agora compreendiam a razão do grande fracasso do comunismo.
É muito simples. O fato se deve a que o ser humano está disposto a trabalhar muito quando a recompensa é muito atrativa e justifica o esforço.
Mas quando o governo é quem fica com este incentivo, ninguém vai fazer o sacrifício necessário para chegar a excelência.
Finalmente o fracasso será geral.
Pátria madrasta vil
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios??
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos… Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’.
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.
Solução para a crise econômica
Mês de agosto, às margens do Mar Negro. Chovia muito e o vilarejo estava totalmente abandonado…
Eram tempos muito difíceis e todos tinham dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar os quartos, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada, mas toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um futuro melhor….
Nota da diocese de Cajazeiras
NOTA DA DIOCESE DE CAJAZEIRAS SOBRE NOTÍCIAS ENVOLVENDO O PADRE DUARTE DE SANTARÉM-PB
Tomando conhecimento pelos meios de comunicação social, através da Rádio Difusora de Cajazeiras, nos dias 8 e 9 de maio/2009, e pela internet, de fatos envolvendo moralmente um padre residente na nossa Diocese, queremos esclarecer o seguinte:
1 - Qualquer notícia envolvendo a vida moral de qualquer padre nos dói profundamente, mostra a parte humana e pecadora dos membros da Igreja, sem tirar sua origem divina e santa (“igreja santa e pecadora”) e nos provoca a todos que temos fé, a rezar pelos pecadores e pela santificação dos padres. Renovamos tais fatos e, neste caso concreto, pedimos perdão como igreja pelo escândalo provocado.
2 – Ao noticiar o envolvimento do “Padre de Santarém”, esclarecemos que não se trata do vigário da paróquia, nomeado pela Diocese, mas o Padre Duarte, residente na referida cidade.
3 – Padre Duarte não faz parte do Clero da Diocese de Cajazeiras. Foi ordenado padre em outra Diocese, onde continua “incardinado”. Há dez anos não tem o exercício do ministério sacerdotal (apenas licença para celebrar privadamente na capela de sua residência) e não participa das atividades eclesiais de nossa Diocese. Reside em Santarém, sua terra natal, cidade da qual se considera o fundador, e onde se dedica a atividades sociais e políticas.
Esperamos que ele explique os fatos que o envolvem:
4 – Confiamos que os meios de comunicação social tratem estes casos informando a realidade dos fatos e respeitando as pessoas e instituições envolvidas.
Que Deus nos ilumine a todos!
Cajazeiras, 10 de maio de 2009
Dom José Gonzales Alonso Padre Agripino Ferreira de Assis
Dispo Diocesano Vigário Geral da Diocese
Padre Janilson Rolim Veríssimo
Coordenador da Pastoral da Comunicação



























