Por que eu não leio os livros de Paulo Coelho?
20 Julho 2008 – 1:07 pmNão basta uma simples aula, o sucesso é LER MUITO. Prova disso é que os grandes gênios foram reprovados na escola: Einstein, Freud e até mesmo Paulo Coelho. Descobri o porque eu não gosto de Paulo Coelho (dos livros), pois não é preciso gostar de literatura, é necessário ter fé (dogmas). É um livro de religião de qualquer forma, não é um livro de literatura. Assim como a bíblia é, e por isso vende muito. A leitura fez dele um escritor, apesar dos pactos com o diabo, fazendo de tudo para ser escritor (vender e ser famoso) e alcançou seu objetivo. Eu sei que muitos vão entrar aqui buscando por livros de Paulo Coelho (download de ebook), provavelmente fãs, mas estou aberto para comentários.
Não ler é como ter habilitação de motorista e não dirigir. Questione sempre, pois o aprendizado está no DEBATE, na prática, no conflito de idéias. Não aceite tudo como verdade.
Segundo Jerome Lawrenca: “O neurótico constrói um castelo no ar. O psicótico mora nele. O psiquiatra cobra o aluguel.” Por analogia podemos dizer que o mesmo vale para a relação do fanático (psicótico) e o pastor (psiquiatra).
Mude. Acredite. Você pode!
Tags: diabo, Jerome Lawrenca, leitura, Livros, Paulo Coelho, sucesso



























5 Comentários to “Por que eu não leio os livros de Paulo Coelho?”
“Diabo”…
Você acredita nele?
By Janaina on Jul 22, 2008
Diabo é criação da bíblia… como eu não acredito nela….
By Lordelo on Jul 22, 2008
na verdade não são todos os livros do Paulo Coelho que falam de religião.
By May on Jul 28, 2008
Eu sou deísta. Mas realmente estranhei isso:
” [...] apesar dos pactos com o diabo [...]“.
Você acredita em diabo mesmo em uma religião tão racional como o deísmo?
Me manda um e-mail (ou escreve um artigo) dizendo porque você acredita no diabo?
Sem ofensas, eu só quero entender a sua visão, até porque somos livres pensadores individuais. XD
By Eduardo on Dez 3, 2008
O DOSSIÊ HADDAMMANN
Making Off
Você que se considera cidadão nesta atual Sociedade terá motivos fortes para não gostar do que vai ler a seguir.
Muitos podem ter pensado … mas não sou anarquista. Sou capitalista; porque esta é a forma do dinheiro fluir livre, e alicerçar a Democracia Altaneira; e essa pode evoluir para a Meritocracia Genuína. Assim, sou capitalista meritocrático (?).
O que é isso?
Observemos a Natureza: Nela não há USURPAÇÃO. As diferenças se complementam. Há a utilidade do que “pensamos” ser fraco; e a utilidade do que “pensamos” ser forte (vide um tanto disso no artigo Concernências do Direito num buscador aí pela Internet). Nessas utilidades apresentam-se circunstâncias controversas, e, nelas os momentos sobrepõem-nas em trocas e prioridades (do que é necessário), tornando a função da utilidade altaneira.
Explicando: A um veículo parado enguiçado numa longínqua e extensa estrada não há a mínima importância que o motorista seja o presidente de um país. Para a Sociedade Meritocrática a importância do momento está no mecânico; seja ele verde, amarelo, cor-de-abóbora, cor-de-betume, etc.
Desse mesmo modo também, para o lixo amontoado na frente de nosso portão, não há importância alguma se perto dele está um político “importante”; a prioridade do momento faz do carregador-lixeiro a função altaneira.
Daí, toda função DEVE ser dignamente remunerada (vide também textos sobre o Trabalho; deve ainda estar postado como comentário no blog Rerum Natura — Quando resolveram desgraçar mais um trabalho importante para a Sociedade tive de espalhar às pressas textos para que chegassem à pelo menos algumas pessoas na Sociedade).
Ainda nessa questão, é indiscutível que há momentos em que de modo algum a mulher é “fraca”, ou menos inteligente, assim como o “novo”, moço, não é em todo momento o mais ágil; nem o “idoso” em todo momento, o mais sabido. Porque tais coisas são imbricadas, e só a consonância dos méritos, nos instantes necessários, efetivam a função eficaz da utilidade (serventia = o prover) sem a usurpação.
Para tais reflexões é necessária a consciência vívida de cidadãos de uma nação, contentados por um tal porte de compreensão de fenômenos que lhes dê a acurância de perceber que numa pergunta dum pequenino infante pode estar uma inferência tão profunda quanto a de um prestigiadíssimo cientista.
E isso é de tal forma importante para nossa atenção e responsabilidade ante nossa preservação, nosso bem-estar, e nosso Planeta, que cabe-nos nunca prescindir de estarmos atentos para:
Que Pergunta Está Sendo Feita?
ou
Que informação pode nos faltar em um crítico instante?
Fui arregaçado porque em minhas exposições deixava bem nítida uma declaração: “O princípio da ordem é a Justiça e a finalidade da lei é a Justiça, e a expressão plena da Justiça é o Amor”.
Os mandantes das vidas das pessoas no mundo taxaram a Justiça de Anti-Cristo, e a Reflexão de Coisa Ruim. (E nem tinha e nem tem conotação religiosa nisso). É isso aí mesmo, sem tirar nem por, o que aconteceu. E reviraram desgraça em cima de desgraça sobre qualquer ação que eu fizesse (desinformação, plágio, roubo, assassinato, covardia, perseguição … é impossível não dizer isto sem uma inundação de lágrima, eles sabem bem o que pode destruir um homem; e eles estão pertinho de nós).
Uma declaração simples, que para ser assim definida como uma máxima de reflexão transpassou pela agudeza da intuição de um menino até à tarimba de um experimentado investigador.
Porque da maneira como as idades também se complementam embelezando a Vida, cabe à nossa honra ver (como sucessão de idades na evolução de nossas civilizações) que o alphabeto inventado e desenvolvido pelos Egeus não se pôs para que nós só desgastássemos a vida à tagarelar, mas sim, que combinássemos e usufruíssemos o “ver” livre de nossos pensamentos; e isso, à parte os entraves que nós mesmos nos pregamos; ainda assim, tal conquista nos legou os frutos valiosíssimos que chamamos de química, física, matemática, biologia, astronomia, sociologia, etc, etc.
A tempo, ainda devo dizer: Não sou ateu, nem agnóstico, e nem compactuo com nada disso que tá aí, em formato de crença, e nem imposto como religião (Isso também deve estar ainda postado num artigo intitulado Fé e Ciência na Internet). Aliás sou arredio com o sorriso e chôro da serpente enrolada numa cruz; e completamente separado do pêso curvado que seus filhotes impõem a muitos enganados.
A concepção do Amor, na mais rudimentar essência é a RECIPROCIDADE; porque da Meritocracia ao circuito da Economia, até à fluidez prazerosa da amizade, e convivência entre íntimos e próximos, é a reciprocidade que dá respaldo à convivência salutar, às trocas desinteressadas, mas sim autenticamente complementares.
Estes são alguns dos argumentos que foram usurpados, perdidos, plagiados, mas os escrevo agora, para que mais seres humanos disponham deles, e não lhes falte essas informações para a consciência.
Que o ar de cordialidade desse período da boa lenda do velhinho dos países gelados nos assegure a congratulação humana que temos nesta época.
Parte 1
Haddammann Veron Sinn-Klyss
sexta, dezembro 19, 2008
By Haddammann on Dez 19, 2008