Saco cheio de religião
16 Setembro 2008 – 7:00 amNa verdade estou de saco cheio DA religião. Bom seria se pudéssemos “encher um saco” e jogá-las fora. Entretanto, sabemos que muitas pessoas precisam dela como um simples pilar na vida. Exatamente por não ter força suficiente para se auto-sustentar, mas que no entanto, conseguem ter energia suficiente para enviar um e-mail com ameaças dizendo que a IURD é maravilhosa ou que o pastor Miguel é fantástico, e que se eu não mudar - irei para o inferno! Se você fez essa escolha para sua vida é porque você precisa. Não sou um ser superior ou evoluído, só quero apresentar que podemos viver diferente; sem manipulações.
Eu admito minha admiração por tais instituições financeiras religiosas: Seja Renato Suhett, Edir Macedo, RR Soares são empreendedores fascinantes. Porque ganhar dinheiro no Brasil é difícil, imagine então uma estratégia de elisão fiscal quase que perfeita? Teremos uma igreja! Dinheiro limpinho (quando não colocam na cueca).
Caberia uma análise mais profunda do quanto a religião pode interferir na sinapse de um fiel, possivelmente ocorrendo uma mutação genética, transformando-o em um semovente.
Enfim, prefiro me dedicar a ajudar as pessoas desesperadas que estão passando por algum problema resultante dessa manipulação religiosa.
Vamos ao progresso!
Acredite. Você pode!
Tags: Deísmo, elisão fiscal, empreendedores, IURD, pastor, religião, tributário igreja



























Um Comentário to “Saco cheio de religião”
A religião é uma organização sócio-política cujo intuito é dominar ou, na melhor das hipóteses, dar um sentido à vida daqueles que não a encontram por si mesmos. No entanto, é necessário deixar a pessoa perceber por si mesmo - mesmo que “quebre a cara”. Pois, nossa intenção em ajudar pode aumentar o fundamentalismo dos tais “crentes”. Todavia, é necessário deixar ao alcance deles o antídoto para o mal que lhes acomete.
Sítios (websites) como este são utilíssimos para àqueles que estão procurando se desvencilhar de verdades fantasiosas e capciosas.
Grato.
By James Mytho on Set 16, 2008