Teoria do Namoro
20 Setembro 2008 – 8:15 amSegundo Nascimento, a Teoria do Namoro está relacionada com a abstinência sexual e seus efeitos nos atos de uma pessoa perante a sociedade. É evidente a perfeita aplicação sobre os fiéis, sem que tenhamos que cair em devaneios da filosofia freudiana ou lacaniana. Sem mais, nem menos, muitas das exteriorizações que tenho visto nos comentários aqui do SemReligião é exemplo típico da falta de sexo dos crentes.
O ato de fornicar é um ato saudável e quando não realizado durante certo interregno causa prejuízo a sanidade mental do indivíduo. Dificultando assim a compreensão da razão de viver na sociedade, levando o fanático a acreditar em qualquer palavra proferida por um sócio da Casa Monetária de Deus, que irá levar todo seu suado dinheirinho.
E haja alienação só por causa da falta de sexo. Até um namoro evangélico com uma das partes não sendo cristã, já é de se animar e traz muito progresso! Por quê? Simples. É bom, se a igreja ou a religião quer proibir, fica melhor ainda! E depois então? A pessoa não se sente culpada, muito menos com a sensação de que irá queimar no mármore do inferno! Mas sim aquela sensação de alívio, relaxamento e prazer.
A comprovação de toda essa relação é feita por Nascimento ao demonstrar que Newton não tinha relação sexual com a esposa, pois só assim seria possível criar e imaginar fórmulas psicodélicas. Também é aplicado a um jurista, quando este consegue explicar ética em 900 páginas. Diferente dos crentes – que ficam procurando solução para um problema que não existe, além de não contribuir com o desenvolvimento da sociedade.
Tags: carência, igreja, religião, sexo, Teoria do Namoro



























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